terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ser - parTir



Levanto e vejo isso a minha frente
minhas vedades me vem a cabeça
minhas cabeças me vem na verdade
as cores se ploriferam no sexo preto e branco da vida
dissipando-se nas esquinas e ilusões, e por entre as flores, exalo seus odores
dentro vejo um quadro, dentro do quadro vejo seus olhos, dentro dos olhos caem minhas lágrimas...
dentro da lágrima estou eu, dentro de mim está as flores
lá estou eu a me levantar novamente, e seguir por entre as rosas, elas desabrocham e abre consigo meu coração, por entre açoites e assobios vem esse amor...
Entre paus e facas corro por ele... por mais q essa porra doa...
talvez a assassina de brecht ainda esteja aqui...
ali esta ela sentada a olharme com seus olhos freneticos e meigos...eles diziam me querer...o que fazer?? morrer?
suas mão quentes atravessam minha alma indefesa...o seu discurso indescente é o som de se propaga...
Cada palavra cantada, sofri, deforjada nas minhas certezas...
E quem é vc pra dizer o q devo, q posso fazer e me submeter??
Com seu disco, seu crivo, sei livro, seu tipo sangineo de gente metida a saber...
Eu sou de quem desejar ler essa merda aqui...
E por fim meu canto grave vai estilhaçar todos os seus argumentos de vidro...

No fundo no fundo eu sou assim...
E mais lá no fundo não sou ninguem!

2 comentários:

Andarilha da Cidade disse...

"as cores se ploriferam no sexo preto e branco da vida"


saudações!

Unknown disse...

saudações

venha sempre que quiser!
;D